sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Algarve-Praia do castelejo-2009


Porto - Ribeira - 2009

"...Todos os rios correm para o mar... O mar impávido e sereno assimila todos ESSES RIOS,e não transborda.Assim deverá ser o Homem. Através dos seus sentidos deverá assimilar tudo o que o rodeia, sem transbodar...-Bhagavad Gita."
O Porto, uma das cidades mais bonitas do Mundo, onde a paz e grandeza do seu desenho se mistura com a sua Gente, e de cada vez que a olhamos nos mostra algo diferente... Onde o cizento ganha cor, sob os reflexos de um Sol aberto e cálido...











Santuário de Fátima


Calvário de Monforte


Calvário de Portalegre


A aguarela como um modo de estar na vida











Fernando Pereira Pamplona Morais
Nasce a 28 de Julho de 1952, no Negage em Angola.

Director Hoteleiro de profissão, é certificado pela Escola de Hotelaria do Porto.
Foi Presidente e Instrutor - Chefe da Associação de Karate-Do Shito-Ryu - Clube Karate-Do de Portalegre.

Faz da pintura a aguarela paralelamente com as artes marciais, um modo de estar na vida.

Autodidacta, trabalhou durante 4 anos no ateliê do conhecido aguarelista Mestre XICO PEREIRA em Elvas, onde na altura dirigia uma Estalagem. O Mestre e amigo sempre o incentivou a continuar o seu trabalho.

Mostra pela primeira vez o seu trabalho aquando da inauguração da Casa da Cultura da Cidade de Elvas, participando numa exposição colectiva em 13 de Agosto de 1993.

Incentivado por amigos e interessados na sua obra, volta a expor em parceria com o artista Espanhol Joaquín Paredes, no âmbito do intercâmbio ARAYAL (Associação Transfronteiriça de Desenvolvimento Sociocultural do Alentejo e Extremadura), numa exposição em Portalegre a 19 de Janeiro de 1996 -, e Mérida (Extremadura Espanhola) a 13 de Maio de 1996.

Em 11 de Junho de 1999, por iniciativa da Câmara Municipal de Portalegre, com o objectivo de enaltecer a paisagem do Norte Alentejano, são convidados vários Artistas Plásticos com trabalhos sobre o mesmo tema.

Encontrando-se a desenvolver a sua actividade profissional no Algarve - Praia da Rocha -, é convidado a expor duas obras, as quais ficam expostas paralelamente ás do seu Mestre XICO PEREIRA. Este já se encontrava numa luta perdida com uma doença prolongada.

O pincel, torna-se no prolongamento do braço, da mesma forma que o sabre é o prolongamento do braço de um samurai. O momento de pintar é ditado pela necessidade de exteriorizar um desabafo. Não pode ser forçado...Apenas saber esperar.